Fundos de previdência: Uma análise realista

  • 15/02/2018
  • Por: Raul Tortima
Os fundos de previdência são o exemplo mais bem acabado de produto de marketing vendido em massa como a redenção para o paraíso. É o segmento na indústria de fundos que mais cresce no país, em grande parte devido à capilaridade dos grandes bancos, que os distribuem para todo tipo de perfil e característica de investidor. Embora existam, sim, situações particulares onde estes fundos podem fazer sentido, na grande maioria dos casos não se enquadram no contexto individual do investidor.
Leia Mais

Opções – Trocando em miúdos

  • 07/02/2018
  • Por: Raul Tortima
Como regra geral o mercado de derivativos é associado a alto risco, complexidade e dificuldade operacional. São argumentos legítimos, no entanto uma análise mais detalhada das idiossincrasias de cada tipo de derivativo e, mais profundamente, de cada estratégia, nos fornece uma visão menos tenebrosa e mais pragmática destes instrumentos. Um ótimo exemplo são as opções, em particular aquelas que possuem ações como ativo objeto.
Leia Mais
Não é novidade para brasileiro algum a excessiva e intrincada carga tributária ao longo de toda a cadeia produtiva. Do lado do investimento o retrato, com algumas exceções, não é muito diferente. Oneroso, complicado e imprevisível são alguns adjetivos para o modelo de tributação sobre a renda e o ganho de capital em investimentos no Brasil.
Leia Mais

Longo prazo e aposentadoria

  • 30/01/2018
  • Por: Raul Tortima
Apesar do esforço para aumento da taxa de poupança nacional e melhoria da qualidade em educação financeira, ainda notamos uma enorme resistência para criar um mercado de investimentos semelhante aos mais desenvolvidos do mundo. O mercado financeiro ainda é considerado por uma enorme parcela dos brasileiros um lugar inóspito, povoado por figuras míticas, que produzem riqueza a partir do zero, personificando o lendário Midas. A despeito de deficiências estruturais, dadas a concentração de renda, lacunas na educação básica e a alta carga tributária, parte da explicação talvez resida na dificuldade em se estabelecer uma comunicação fluida entre os players do mercado e os investidores.
Leia Mais
Ao adaptar a sua legislação à Lei Complementar (LC) nº 157/2016, o Município do Rio de Janeiro havia aumentado de 2% para 5% a alíquota do ISS incidente sobre os serviços de “administração de fundos quaisquer e de carteira de clientes”, previstos no item 15.01 da lista de serviços tributáveis pelo imposto (art. 3º da Lei Municipal nº 6.263/2017). Todavia, a Lei Municipal nº 6.307, de 28.12.2017, revogou o dispositivo da Lei Municipal nº 6.263/2017 que levava àquela majoração, de modo que tal alíquota volta a ser de 2%.
Leia Mais